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Planejamento

Tecnologia - Argamassa projetada

Veja como sistema de projeção proporcionou a construtora ganhos de produtividade e economia de mão de obra em canteiro no Ceará

Reportagem: Romário Ferreira
Edição 84 - Junho/2015
Foto: divulgação Construtora Manhattan

É comum ouvir que as construtoras têm buscado, cada vez mais, racionalizar suas obras, para alcançar um maior nível de produtividade. Em geral, o processo de racionalização envolve a adoção de tecnologia ou sistema que substitua ou aprimore o trabalho do operário. Ou seja, trata-se de um investimento - que, inicialmente, não é barato, mas o resultado final pode compensar bastante. Foi o caso da construtora Manhattan, de Fortaleza, que resolveu trocar o reboco chapado à mão pela argamassa projetada. A troca se deu quando ocorreu um problema de movimentação de pessoas e materiais no canteiro de obras do empreendimento Beverly Hills Residence, formado por oito blocos com quatro pavimentos-tipo cada um. O terreno apresentava três níveis de declive e, devido à localização das betoneiras, o transporte horizontal da argamassa até o local de aplicação tinha percursos de até 190 m com carrinho de mão, o equivalente a dois quarteirões. O problema foi contornado com a aquisição de dois equipamentos de projeção de argamassa. E não foi resolvida apenas a questão logística. A construtora obteve, ainda, ganhos de produtividade, economia de mão de obra, menor tempo de execução, redução das etapas construtivas e melhor qualidade do serviço. Confira a seguir.

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